» Actualidade

» Entrevistas
» Estatutos
» Agenda
» Opinião
 

 

 

 

 

LINKS

 

 

 

 

 

 

 

O pensador

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

| | | | | | | Home | Web Master | Angola | Desporto | Agenda | Cultura | Fotos | | | | |
Se Informar

PARA MUDAR O MUNDO É PRECISO MUDAR O HOMEM

Dizia: Mfulumpinga Nlandu Victor

REVISTA DA IMPRENSA:

A "Bandeira" da TAAG no Dubai e a divulgação do inquerito da derrocada da DINIC é destaque na imprensa privada VOA

REVISTA DE IMPRENSA ANGOLANA

Luanda.16.05.2008; A "falida" da TAAG no caminho para o Dubai, os 50 dias da morte do edifício da DNIC e as promessas do Presidente do MPLA, que só promete o que pode fazem a capa dos jornais privados luandenses.

A Capital experimenta no seu destaque algumas contas; "Fala sério... Um milhão de casas em quatro anos?"

Um dossier que o semanário faz na sequência das promessas do PR na abertura da Conferência do MPLA no que se refere à construção em quatro anos, isto entre 2009/2013 um milhão de residências.

Socorrendo- se de especialistas, A Capital fez contas e escreve que metas tão ambiciosas não será facilmente atingida se tivermos em conta as debilidade do país em materiais de construção, mão – de - obra.

O dossier visita os bairros da Sapú, Panguila e Zango. Este último recebeu em 2001 a visita do PR que na oportunidade prometeu a construção de vinte casas por dia, o que não aconteceu, daí o título "Fala sério..." uma ironia que A Capital traduz como "Só podem estar a brincar connosco".

"Taxistas" na TAAG". Aviação Civil Angolana voltou a ser mal falada fora do país. A falida da TAAG rumo ao Dubai é mesmo só comparável a dos nossos candogueiros que sem mais nem porquês ultrapassam tudo e todos.

"Relatório sobre a DNIC encalha na cidade Alta. Ainda não se decidiu sobre a pertinência da respectiva publicação".

Até amanhã, 19 de Maio, terão passado 50 dias desde a queda do prédio da DNIC e continua por se saber as causas que levaram ao desmoronamento de um dos majestosos edifícios da Avenida Brasil. A comissão de inquérito criada por ordem do PR para o efeito observa um tumular silêncio, as razões estarão no título da peça.

"Mau agoiro no MININT".

Fala-se no provável afastamento do ministro do Interior e do Comandante-Geral da Polícia Nacional, num sinal de insatisfação da superestrutura face aos últimos acontecimentos que envolveram tanto o MINIT como a Polícia: os tumultos nas cadeias da Comarca de Luanda e na de Viana, a queda do edifício da DNIC e o aumento exponencial da criminalidade.

Já o Angolense diz na sua notícia principal "Contam com a protecção de polícias... Rede de burladores e falsificadores do Palanca".

"Silenciosa e sorrateiramente: Samakuva capta apoios da comunidade internacional". A UNITA na busca de estofos para as eleições legislativas que se avizinham.

Enquanto isto "MPLA ataca em todas as frentes".

Mila Melo defende discussão pública do estado da Justiça em Angola. Em entrevista, a jurista exprime a sua visão sobre os contornos por que deveriam passar os caminhos da Justiça no país.

O jornal Visão escreve em manchete "Quintino Moreira manda uma réplica".

"Impunidade de Dos Santos promove intolerância política".

Programa de governo da oposição: "PAJOCA prevê industrialização do país".

"Conflito na FNLA; Zassala e Damião fintam Kabangu".

MINJUD: "Muandumba abre as portas à JURA".

O Agora diz em destaque; "A farra das eleições de 500 milhões de dólares".

"Tragédia na DNIC... Ao menos enterrem os trinta mortos".

"Rádio Viana e Despertar em luta cerrada pelas audiências".

"As velhas bandeiras da TAAG".

"Mulheres muçulmanas oprimidas na África do Sul".

E no Folha 8 a manchete diz "O escândalo dura há mais de 15 meses; Indígena preso por roubar 200 Kwanzas".

"Eduardo dos Santos teme o povo?" O entendimento possível que justifique a movimentação de tanto homem armado pelas esquinas da cidade sempre que sua excelência sai à rua.

"Padre teimoso que nem Cabinda": entrevista com o padre Congo. Brancas memórias da CNCS.

"Justiça angolana à moda do MPLA".

"Saúde já não é um direito, mas um negócio". A história de um episódio que aos poucos vai formando o rosto indiferente de Luanda ocorrido na Clínica Multiperfil. A fechar "Esquecer o genocídio do 27 de Maio...Jamais".

 

Copyright © 2007 pdp-ana