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PARA MUDAR O MUNDO É PRECISO MUDAR O HOMEM Dizia: Mfulumpinga Nlandu Victor |
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Opinião
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Um Apego aos valores da independência. Por: Eduardo Scotty. A Angola comemorou, o 11 de Novembro passado, os seus trinta e dois anos de independência. Um terço de século durante o qual este país viveu na dor. |
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II parte Esta fixação
à sua independência, duplicada de um amor patriótico
sincero, faz às vezes esquecer à estas populações
a aflição e as angústias da sua vida diária.
Uma vida esmaltada de violências na rua, violações
dos direitos do homem, actos de corrupção e de pobreza. A insensibilidade
dos governantes e outras elites no que diz respeito à pobreza
e o seu despeito do sofrimento das massas populares cria situações
perigosas. E, o aparecimento das famílias nobres
à cabeça do Estado e de todas as empresas no país
não joga a favor do poder. É de costume
atribuir à nossa falta de democracia as razões das nossas
desgraças. Em parte, é verdadeiro. E nas circunstâncias actuais, alguém pode dar lições de democracia outros num país onde o espectro do partido único continua a aplanar sobre as instituições? Não penso. Pelo contrário, em qualquer humildade, aprendê-lo todos devem respeitar-se, uns e outros. Se não o fazemos, corremos o risco de ida direito no muro. É neste contexto que um diplomata europeu, excedido pela instabilidade política dos nossos países, colocava-se questões sobre a viabilidade da democracia na África. Realmente, pensava que o modelo sem partidos políticos era melhor exemplar que se ajustava aquando actual da África. Embora não
seja de acordo com este diplomata, sempre afirmei que os Africanos tínhamos
um atraso dramático no desenvolvimento da ciência política
e devido aquilo, nós faziamos frequentemente um recurso sistemático
às soluções impostas do exterior. O socialismo,
a democracia ocidental e mantendo o modelo sem partidos políticos.
Um modelo que ninguém não estudou para garantir a viabilidade.
É por conseguinte do nosso dever de demonstrar que a democracia,
tal como o desenvolvimento económico, é possível
em África e porem devemos procurar criar uma cultura democrática
e encontrar o nosso próprio caminho. Há muito tempo
que teria-se pensar naquilo, dizem alguns. É verdade, mas
Antes tarde que nunca. Como trata-se de uma realização
complexa, os Africanos devem optar por uma estratégia a longo
prazo de diálogo e de negociação. E por isto, têm
a necessidade de tempo, que os líderes da comunidade internacional
não compreendem quando impõem-nos as suas agendas e os
seus ritmos. Para o PDP-ANA, é evidente que o partido no poder deve ser tolerante e magnanimo. Instaurado de uma política de reconciliação nacional justa, aceitável e transparante deve ser uma prioridade para uma melhor governança a fim de garantir mais justiça social ao povo e uma melhor integração das diversidades éthnolinguistico e regionais. O PDP-ANA na sua dialéctica considera que o problema angolano, apesar das aparências, é muito complexo e delicado. Por esta razão, é importante o esforço no diálogo, negociação e concertação é um nececidade para encontrar os consensos possíveis que podem desentupir sobre um projecto nacional. A organização
das eleições anunciada para o mês de Setembro ou
Outubro de 2008 não resolverá todos os problemas. No processo
que se desenrola actualmente no país, e que se desenrolou outros,
as eleições são importantes, certamente, mas constituem
apenas uma parte da solução. Opinião de: Eduardo Scotty. |
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