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PARA MUDAR O MUNDO É PRECISO MUDAR O HOMEM

Dizia: Mfulumpinga Nlandu Victor

O fim da guerra no País e a famosa democracia não responde às necessidades iminente do Estado. Mais na realidade o Estado deve ser reinventado; deve ser refundado socialmente, culturalmente e politicamente. Mas o nosso País, governado para falta da organização do regime, a corrupção não é mas um episódio, é uma situação permanente promovido pelo regime. A corrupção não constituiu mais uma patologia mais é normalidade para o sistema.

Hoje em Angola o exercício da violência extrema, a injustiça social, económica, encarcerações arbitrárias, a demagogia é um efeito cultural da governação no regime do M. O governo reina como mestra e permaneças o modo da expressão ordinário do regime.
Mais eles não tenham moral, nem vergonha. Não sabem as consequências dos actos deles cometidos.

A democracia é um vão fantasma quando uma classe pode deixar o povo na miséria, falta até do mínimos necessário para a dignidade humana, da liberdade, igualdade etc. também são fantasmas quando os dirigentes ricos do regime tenha o direito da vida e morte sobre os seus semelhantes, e são impuníveis.

Neste Pais temos duas (2) Angola;

A primeira Angola, é aquela dos dirigentes do regime (sistema) e seus aliados desde que o mundo já não é regularizado pelas antigas superpotências.
Angola útil das costas marítimas petrolíferas e diamantes.

Hoje, Luanda é uma placa giratória por onde se cruzam todos fios da política mundial e um palco onde medem forças e disputam influências dos inimigos e aliados de ontem, os Estados Unidos de América, a Europa, e potências emergentes como a China, Índia e Brasil.
Outra Angola, é o Pais inútil, Angola da miséria, onde falta tudo, mesmo o mínimo para a dignidade do homem, fome, doenças, medicamentos, alojamento, Escola, vestuários, água.
Esta Angola de musseque, do mato, do País profundo.

Esta Angola a qual 3/4 da população, não pode comer sem chorar e sem a justiça social, a paz, democracia não vale nada. Uma paz sem pão, escola, medicamento não serve nada ao povo.
O direito a felicidade é o primeiro dos direitos neste momento que o homem angolano deseja.

Hoje, pode se dizer que a miséria atingiu um nível extrema, nem numa outra época na história de Angola, nunca...

Lutamos para a independência com colono português, para sermos mais escravos do dono da casa, com os dirigentes do Mpla, do seu sistema e dos seus aliados? Como diz o presidente do Pdp-Ana, Fala-se de uma Angola extremamente rica, mais 90% da população vive numa extrema miséria.

O povo vive numa ficção; porque o poder não tem contacto real com povo. Para sobreviver? o dono da casa, pai grande? Como chamam-lhe e o seu regime inventa uma nova filosofia para diversão dos problemas actuais do país; proclamando-se, que Zé Du é o arquitecto da paz, e quem que começou a guerra? que violou os acordos de bissece? Quem correu a FNLA e a UNITA em 1975? não há futuro sem o passado!

Ele explora e manipula o povo dizendo que, ele o pai da paz e da democracia em Angola. Para sobreviver, o regime, ponham e mantém o país em despesas enormes e inúteis, não para acções sociais, mas para a preservação do poder. Esta ignorância, deve ter uma resposta educativa e cultural. Enquanto continuar com essa atitude demagógica, este regime vai sempre se distinguir pelo absolutismo e o aforismo...


Opinião de: Alexis Kibunina Kiangala

Opinião
A corrupção não é mas um episódio, é uma situação que tornou permanente promovido pelo regime do M..
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